segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Qual é a diferença de UMBANDA e CANDOMBLÉ?

Interagindo com alguns grupos de seguimentos religiosos, uma pergunta muito frequente entre os grupos é "qual a diferença de umbanda e candomblé?". Pensando nisso vamos conversar um pouco sobre essas diferenças, pois elas existem e muitas! Apesar de uma influenciar a outra, as duas religiões são distintas.

A UMBANDA, como já vimos em um artigo do blog, é uma religião brasileira, que sofreu influencias dos indígenas, dos negros e dos europeus. Os indígenas influenciaram com o manuseio de ervas naturais para moléstias do corpo. Os europeus influenciaram com as imagens católicas, onde acabaram sendo sincretizados por imagens dos orixás e os negros contribuíram com a presença dos orixás. Claro que não foram apenas esses pontos, existem muito mais contribuições por parte destes três povos.

A mediunidade se manifesta na incorporação de espíritos, que tem afinidade com determinada linha de trabalho, nos médiuns. Muito parecido com o que os espíritas kardecistas estudam e praticam.

O CANDOMBLÉ, é uma religião africana, que chegou em terras brasileiras junto com os negros. Nesta religião cultua-se e acredita-se nas forças da natureza. Cada elemento tem o seu ponto de força e seu deus chamado de orixá. 

A manifestação da mediunidade é a incorporação dos orixás propriamente dito. Claro que os médiuns vão incorporar parte da energia dos orixás, pois se alguém o fizer por completo, o corpo não aguentaria. 

Quando os negro foram trazidos para o Brasil, dentre muitas coisas, trouxeram a sua mitologia com as histórias de seus deuses (os orixás). Na Africa existem centenas de orixás e por causa da história, a geografia de nosso país, "sobreviveram" aqui apenas 16 orixás (os que são mais conhecidos). 

De um modo geral, na umbanda aparecem apenas nove orixás: Oxalá, Obaluaiê/Omolu, Oxóssi, Ogum, Xangô, Iemanjá, Oxum, Iansã, Nanã sincretizados por santos católicos.

No candomblé esse número aumenta para dezesseis: Exu, Ogum, Odé (Oxóssi), Obaluaiê, Nanã, Ossãe, Oxumarê, Ewá, Iemanjá, Oxum, Oyá (Iansã), Oxaguiã, Oxalufã, Omolu, Logun Edé, Xangô.

A pessoa que representa e que fundou a umbanda é o Zélio Fernandino de Morais. No candomblé temos a Ludovina Pessoa que fundou a Roça do Ventura e o Terreiro do Bogum (candomblé da nação Jeje), Francisca Silva (Yá Nassô) que fundou o candomblé da Barroquinha, mais tarde virou a Casa Branca do Engenho Velho (nação Ketu) que é considerada o primeiro terreiro de candomblé e hoje é um patrimônio histórico.

Como vimos existem muitas diferenças entre essas duas religiões. Mas mesmo tendo as suas diferenças, são duas religiões lindas e respeitáveis! 







quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Iemanjá Sessú

YEMONJÁ SESSÚ, IYÁ SESSÙ, SUSURÈ é a mensageira de Olokum, a da água turva, escura. Trata-se da mãe do lodo, das algas marinhas, do plâncton, do musgo, da biomassa que alimenta a maioria dos seres dos mares e oceanos e das coisas que se decompôem no fundo do mar. 

Rege as águas escuras e agitadas, a ressaca, a espuma dos barcos, os esgotos, as latrinas e cloacas que desaguam no mar. A essa qualidade de Yemonjá, pertencem os cisnes, gansos, marrecos, patas, e todos os animais da mesma espécie. 

Muito austera, séria e trabalhadora. Possui um temperamento instável, ora está calma, ora está agitada e é severa com seus fiéis, é tida como uma das Iyemonjás que encabeçam o culto as águas. Tem uma grande ligação com Nanã, mas também com todas outras iyagbás velhas.

Sua ligação com Omulu está também ligada à outra qualidade, ou fase, de Yemonjá, mais precisamente Iyá Sogbà onde aparece alternadamente as fases de criação daquele orixá. É ela quem aparece em todos os itans, e coloca os xaorôs em Obaluaye. É ligada a Esù por ser mensageira de Olokun e também a Odé que foi seu esposo.

Vive na pororoca e no mar junto com Olokun Seniade sendo sua filha predileta. Recebe suas oferendas na companhia dos mortos (eguns das águas). É muito lenta em atender seus fiéis, pois conta meticulosamente as penas do pato a ela sacrificado, e caso se engane na conta, começa de novo e essa operação se prolonga indefinidamente. É muito ligada ao ciclo da gestação. Voluntariosa, ranzinza e respeitável, é uma qualidade de Yemonjá rara, difícil de se cultuar.

Vários zeladores costumam raspar outra qualidade de Yemonjá quando este caminho se apresenta regendo a vida de alguém, com o receio deste caminho estagnar ou parar a vida do filho. Vive nas águas sujas e lodosas do mar e é muito esquecida e lenta. Come com Obaluaiyê e Ogum. Além do próprio assentamento, tem que se assentar Ogum e Obaluaiyê.

Não come sem Ogum, e se este for esquecido a vida do filho não anda. Outros rumores também dão conta de que ela puxa de uma perna… Alguns dizem que ela é jovem, outros que ela é velha. Conta-se que ela juntamente com Iyá Malelewò tingiram os oceanos de azul. Veste branco, verde água, verde musgo e suas contas branco cristal. Sai com muitos colares de búzios, conchas, braceletes, adê, essa Yemonjá sai somente com um abebe com o desenho de uma estrela.

Como toda a família do Mar, Iyá Sessu tem seu lugar bem definido, ela é responsável pelas ressacas e também por receber a água doce, por isso sua associação a Oxum. Em alguns momentos, aparece ao lado de Osogiyan e em outros momentos aparece como mãe de Omolu, por ser a mais próxima com a família de jejê.

LENDA

Diz a lenda que de todas filhas de Olokun, Iyá Sessu era a mais desorganizada, ela nutria por seus objetos enorme paixão, o que a fazia não jogá-los fora nunca, juntando assim uma enorme bagunça em sua casa (colecionismo).

Certo dia Olokun foi visitá-la e chegando viu a casa da filha em completa desordem, então com seu enorme poder, disse a filha que ela teria 8 dias para arrumar tudo. Desesperada ela saiu a procura de alguém que ajudasse, e encontrou na beira da praia Osogiyan, que olhava intrigado para as ondas, onde já havia conquistado seu reino, mas ainda não entendia a imensidão do mar, e a ele pediu ajuda:

- Osogiyan, Olokun disse que eu tenho apenas 8 dias para arrumar minha casa, porém eu não quero me desfazer de nada. – Disse Iyá Sessu.

- Iyá, eu posso te ajudar, ganhei de meu pai, Obatalá, uma grande casca de igbin que nela cabe todas as coisas do mundo, posso lhe dar e com isso você pode guardar suas coisas, e assim deixar sua casa arrumada.

- Mas e suas coisas? – disse ela.

- Não se preocupe, foi me dado esse presente mágico, quando saí das terras de meu pai para conquistar meu próprio reino, contudo minha conquista não terminou, preciso entender o mar, então você me ensina os segredos do mar e eu lhe dou essa casca de igbin que tudo guarda.

E assim foi, quando Olokun chegou a casa da filha, encontrou tudo arrumado surpreso perguntou a ela o que ela fez para em tão pouco tempo colocar tudo em ordem. Ela disse que fizera um acordo com Osogiyan. Sabendo que isso não resolveria o problema da filha, Olokun gritou a todos os mares, que sua filha Iyá Sessu a partir daquele momento seria responsável pelas ressacas, onde no mar só ficaria aquilo que era de direito... Por isso hoje quando acontece as ressacas Iyá Sessu é louvada!





terça-feira, 24 de outubro de 2017

" Meu Deus não é o mesmo que o seu????"

- Vô... tô triste.. não sei se vou continuar na banda...

- Pruquê zifia?

- Toda minha família é de outra religião..e diz que o Deus que adoramos não é o mesmo da bíblia...

- Ah é zifia...

- Zifia...qual é seu nomado?

- O senhor sabe vovô... É Thaís!!!

- Ué zifia...todas vez que te chamo de zifia...suncê me atende!!!!

- É por que sei que o senhor tá falando comigo!!!

- Ah sim...e suncê sabe que é suncê quando sua mãe te chama de menina, sabe que é suncê quando seu pai diz princesa, sabe que é suncê quando seu perna de calça diz linda, ou quando aquela sua amiga cabelo de fogo diz Tatá...?

- Sei claro....

- Então zifia.... Quando chamo Deus de Zambi...ele também sabe.... Se um fio o chama de Deus, Elohin, Alah, senhor, mestre.... Suncê acha que ele não sabe?

- Zifia....nosso Ori é miúdo....nunca conseguiu entender Deus... Então para gente poder aceitar.... Demos á Ele vários nomes e formas, demos roupas, demos regras....demos a ele o que podíamos entender... Essas formas fazem reflexo do que a cabeça de quem foi tocado a falar sobre essa força maior idealizou....seja o livro dos moços da igreja, ou dos moços que vieram antes de Jesus, seja no livro dos que chamam Zambi, de Alah.....seja qualquer outro... Aquilo é só uma forma de tentar entender o que  não é compreensível.......

- Existe várias religiões...apenas por que ele quer todos próximos dele... então mesmo tendo sobre sua cabeça a Coroa de Rei do universo...Ele atende por qualquer nome, em qualquer lugar....na mais bonita igreja, ou aqui nesse terreiro.... tão humilde.... Ele é rei!!!! Mas se adapta a forma que vai tocar o coração de cada um do seus fios.... ele permite que seus Orixás... venham...sejam como santos...sejam como anjos...ele permite que esse nego véio , venha ajudar...seja nessa forma..ou na forma de um Mestre....usando essa língua tosca...ou usando uma linguagem que poucos vão entender.....acalma o coração zifia....ele está no meio de nós.

(Ditado por Vô Bernado)



domingo, 22 de outubro de 2017

A dedicação do médium na umbanda.

A Umbanda apresenta como mensagem religiosa a prática da caridade, o amor fraternal, a paz e a humildade. Ela também se propõe a produzir, pela magia, modificações existenciais que permitam a melhoria de vida do ser humano.

Através do ato da caridade e dedicação espiritual é que o médium de Umbanda vai adquirindo elevação e consciência do valor de seu dom mediúnico, que na verdade foi lhe dado por Zambi para que se aprimorasse aqui na terra.

As incorporações, os passes e descarregos formam o conjunto de afazeres espirituais do dia a dia do médium. Portanto, o médium é patrimônio maior desta maravilhosa religião que é a Umbanda.

Acontece que a mediunidade é uma faculdade e como toda faculdade psíquica precisa ser aprimorada e disciplinada. Na religião alguns critérios devem ser sempre observados.

Quando um médium entra em trabalho, ele estabelece uma ligação com a espiritualidade.

Esta ligação gera uma constante descarga elétrica no sistema nervoso do médium. Por este motivo é que se faz importante a disciplina da mediunidade. O médium precisa aprender a fazer e desfazer esta ligação para evitar o desgaste do sistema nervoso.

Médiuns faltosos, ausentes das sessões de desenvolvimento, doutrinas, sessões de descarrego e passes estão sujeitos a sofrer as consequências destes transtornos elétricos como debilidade do sistema nervoso e patologias degenerativas.

A intensidade do dom mediúnico está intimamente ligada a força espiritual do médium. Essa força resulta do aprendizado moral e de um conjunto de pontos que alicerçam os degraus da evolução. 

Podemos chamar este conjunto de as 7 forças do médium.

São 7 por este representar para a umbanda um número que fecha ciclos como as 7 linhas da umbanda, as 7 lágrimas derramadas pela dor da visão sábia dos pretos-velhos entre outros.

Conselhos para os Médiuns

1º – Conserve sua saúde psíquica, vigiando seu aspecto moral:

a) Não alimente vibrações negativas de ódio, rancor, inveja, ciúme, etc.;

b) Não fale mal de ninguém, pois não é juiz, e via de regra, não se pode chegar às causas pelo aspecto grosseiro dos efeitos;

c) Não julgue que o seu guia ou protetor é o mais forte, mais sábio do que o de seu irmão;

d) Não viva querendo impor seus dons mediúnicos, comentando, insistentemente, os feitos do seu guia ou protetor. Tudo isso pode ser bem problemático e não se esqueça de que você pode ser testado por outro e toda a sua conversa vaidosa ruir. Dê paz ao seu protetor no astral, deixando de falar tanto no seu nome. Assim você está se fanatizando e aborrecendo a entidade;

e) Quando for para a sua sessão, não vá aborrecido e quando lá chegar, não procure conversas fúteis. Recolha-se a seus pensamentos de fé, de paz e, sobretudo, de caridade pura, para com o próximo, entre em sintonia com o astral firmando as ligações com as entidades da sua coroa.

2º – Não mantenha convivência com pessoas más, invejosas, maldizentes, etc. Isso é importante para o equilíbrio de sua aura e dos seus próprios pensamentos. Tolerar a ignorância não é partilhar dela. Assim:

a) Faça todo o bem que puder, sem visar recompensa ou agradecimentos;

b) Tenha ânimo e força, através de qualquer prova ou sofrimento, confie e espere;

c) Faça recolhimentos diários, a fim de meditar sobre suas ações;

d) Não conte seus “segredos” a ninguém, pois sua consciência é o templo onde deverá levá-los à análise;

e) Não tema a ninguém, pois o medo é uma prova de que está em débito com sua consciência;

f) Lembre-se de que todos nós erramos, pois o erro é humano e fator ligado à dor, ao sofrimento e conseqüentemente, às lições com suas experiências. Passe uma esponja no passado, erga a cabeça e procure a senda da reabilitação: para isso, “mate” a sua vaidade e não se importe, de maneira alguma, com o que os outros disserem ou pensarem a seu respeito. Faça tudo para ser tolerante, compreensivo, humilde, pois assim só poderão dizer boas coisas de você.

3º – Zele por sua saúde física com uma alimentação racional e equilibrada:

a) Não abuse de carnes vermelhas, fumo, álcool ou quaisquer excitantes;

b) No dia da sessão, não use carne, álcool ou qualquer excitante mais de uma vez; Se possível, evite-os.

c) De véspera e após a sessão, evite manter contato sexual; O ato sexual promove grande escape de energia  e consequentemente uma grande baixa energética na aura. 

d) Todo mês deve escolher um dia para ficar em contato com a natureza, especialmente uma mata, uma cachoeira, um jardim silencioso, etc. Ali deve ficar lendo ou meditando, pois assim ficará a sós com sua própria consciência, fazendo revisão de tudo que lhe pareça ter sido positivo ou não, em sua vida material, sentimental e espiritual.




sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Borboletas de Oyá

Um dia Oyá sentindo que lhe faltava algo, se ajoelhou e rogou a Ọlọ́run, em resposta o mesmo lhe enviou seres mágicos e belos.

Oyá, sem entender muito, aceitou aquelas belas criaturas mágicas, leves e com uma beleza magnífica, pois cada uma possuía a sua. 

Oyá caminhava, dançava, guerreava e sempre com a companhia desses seres que, no fim de um dia, ao olhar e sentir seus toques trazia uma alegria e felicidade sem tamanho à bela Oyá. 

Depois de muito tempo tendo esses seres como uma parte sua, Ọlọ́run recolheu uma a uma, Oyá novamente se sentiu incompleta, quando se viu sozinha chorou e cada lágrima que escorria em seu belo rosto, um raio cortava o céu dos orixás, que assistiam aquela cena entristecidos.

Ọlọ́run então, veio ao encontro da menina de seus olhos, lhe disse que aqueles seres estavam espalhados pelo mundo a espera dela, e que todos pertenceriam novamente a ela se a mesma os reconhecesse. Então a bela Oyá não perdeu tempo e foi a procura deles. Os orixás se comoveram e a ajudaram a encontrar um a um.

Mas como ela os reconheceria? "Simples", disse Ọlọ́run, "você gritará 'Eparrey'", e aqueles humanos que em seus rostos escorrerem uma lágrima, estes serão chamados de Filhos de Oyá, e que quando você olhar dentro de seus olhos, verá que a alma deles tem o formato daqueles seres mágicos que um dia lhe mandei. 

Esses seres mágicos são hoje conhecidos como "Borboletas de Oyá".

(Autor desconhecido)





quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Gentilezas gera gentilezas!

A Lei de Ação e Reação está presente em nossas vidas, assim como o ar que respiramos, ou seja, não dá para parar de respirar... 

Todas as nossas ações e reações são observadas, tudo é anotado no livro da vida.

Sendo assim é necessário cuidar do que sentimos e pensamos, pois esses dois fatores juntos é que irão determinar as nossas maneiras de agir e reagir...

Quando atingimos o equilíbrio ficamos imunes ao externo e não mais reagimos de maneira errada, ou seja, sem gentileza.

É importante observar-se, conhecer-se e perceber o quanto ainda necessitamos melhorar...

Perceber que quando fazemos algo bom para alguém, nós nos beneficiamos também.

Lembrando que o contrário também é verdadeiro. 

Principiar a mudança em nós mesmos é a maior gentileza que podemos nos  fazer, pois estaremos contribuindo com a melhora do planeta.

Por onde for leve o seu amor... Plante coisas boas, não permita que o azedume e o mal humor preencham a sua mente.

Seja amoroso, permita-se aprender a dar e receber, permita-se sentir-se grato!

Não espere ter dinheiro para ajudar, não use isso como desculpa, muitos companheiros de jornada só estão precisando de sua gentileza.

Vamos parar de valorizar as coisas e situações negativas, mudar as frequências vibratórias, ligar-se ao que realmente é importante, valorizar cada gesto de gentileza.

Não exija nada de ninguém, faça sua parte e siga em frente...É o seu livro que está sendo escrito ... Cada um está escrevendo o seu.

Portanto, cuide-se e cuide com gentileza de tudo e de todos. 

Reflita!


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Por que doar?

Ultimamente nós ouvimos muito, em diversas situações, a palavra DOAÇÃO. Mas você sabe o significado desta palavra?

Doação: substantivo feminino, ato, processo ou efeito de doar algo ou alguma coisa para terceiros.

Doar: verbo transitivo direto e indireto, 1. transferir de modo legal e gratuito bens materiais ou vantagens a outro, 2. transmitir gratuitamente a posse de (alguma coisa) a,  3. dedicar ou dedicar-se a uma causa ou alguém, entregar-se.

Bom pelo visto, existem vários significados para uma palavra tão pequena como esta, mas para quê doar algo, se doar a alguma causa, ou fazer alguma doação?

Você já pensou que doar é mais que dar algo a uma pessoa? Ou transferir de modo legal algum bem? Doar é ajudar alguém e a si mesmo, já pensou nisso? Ajudar alguém porque a doação feita normalmente é para aquela pessoa que necessita de comida, roupas, algum valor financeiro, etc, e sim SE AJUDAR porque realizar o ato de doar faz com que você se sinta bem e feliz por ter feito isso!

Em qualquer religião se prega a doação, a caridade, ou seja ajudar alguém que precise de sua ajuda em algum momento. Fazendo isso, podemos nos sentir melhor e assim dar mais um passo para a nossa libertação espiritual. 

Materialmente, fazemos a doação ou praticamos a caridade com o intuito de devolver de alguma forma, algo que a sociedade nos deu de alguma forma. Agora você já tem várias razões de praticar a doação, mas por onde começar?

Existem vários locais, instituições não governamentais que aceitam doações de comidas, roupas, móveis, entre outros. Instituições ligadas ás religiões, principalmente a nossa querida umbanda. A nossa casa o Terreiro de Umbanda Ogum de Lei e Vô Firmino de Angola faz a campanha de doação de roupas, alimentos e velas. Tendo uma oportunidade de nos conhecer e se quiser praticar a doação, você pode entregar para qualquer filho da casa, ou nos contatar clicando aqui.

Há várias pessoas precisando de sua doação, de sua ajuda... vamos construir uma corrente do bem e ajudar essas campanhas?